
O ex-volante Marcão é efetivado como treinador do Fluminense com vínculo garantido até o encerramento da temporada de 2026.
A confirmação veio através de Mário Bittencourt, ex-presidente e atual diretor-geral do clube, que explicou a lógica por trás da decisão.
Existe um pacto institucional para que o profissional permaneça como auxiliar fixo durante a atual gestão, assumindo a equipe principal nos períodos de transição técnica.
O papel de Marcão na estrutura do clube
A diretoria entende que a presença do interino em momentos estratégicos supre a necessidade de buscar nomes externos no mercado.
O planejamento busca estabilidade e aproveitamento do conhecimento interno acumulado pelo profissional ao longo dos anos.
—Nós fizemos um acordo na chegada, e esse acordo é mantido pela gestão atual, pelo presidente Mattheus Montenegro. Se ele (Marcão) se transforma no treinador que vai ser o do Fluminense no profissional, que não é o treinador (auxiliar) permanente, em algum momento a gente vai ter que tirar o Marcão. Onde ele atua? Ele atua nos momentos em que a gente entende que precisa fazer uma mudança no comando e que essa mexida vai conseguir os mesmos objetivos se trouxéssemos outro treinador. É um acordo contratual com ele — destacou Mário, nesta segunda-feira, ao podcast Pelada Musical.
Perspectivas para o futuro do técnico
Apesar do projeto atual no Tricolor, a cúpula tricolor reconhece que a trajetória do comandante pode tomar novos rumos no futebol.
O trabalho do treinador é valorizado internamente pela capacidade técnica e pelo domínio do ambiente do clube.
— Em algum momento, ele (Marcão) vai ser chamado por outros clubes e vai fazer um voo solo. A gente fez um acordo em 2019 de que ele comece e termine comigo. Enquanto tiver um treinador no comando, quero que você seja o cara da gestão que acompanhe e faça as avaliações para a gente. É uma decisão estratégica de gestão do clube. É muito capacitado, competente e um grande treinador — disse Mário.