
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) confirmou o início de uma nova fase de ofensivas militares na região. As forças americanas iniciaram uma segunda onda de ataques contra o Irã a partir das 17h, no horário de Brasília.
A operação militar teve como objetivo direto atingir e neutralizar estruturas operacionais do exército iraniano. Segundo o governo americano, essas capacidades eram usadas para coagir navios no estreito de Ormuz.
A rota marítima atingida é um dos pontos mais estratégicos para o tráfego e o comércio de petróleo do planeta. O bloqueio ou ameaça na região atinge de forma imediata a estabilidade do mercado global.
Registros de explosões e locais atingidos
Imprensas locais iranianas relataram momentos de grande apreensão entre moradores de diversas cidades do país. Fortes estrondos foram ouvidos em regiões urbanas e estratégicas do território logo após o anúncio de Washington.
Relatórios apontam que os impactos atingiram áreas costeiras e províncias do sul. A movimentação militar assustou a população local e colocou as forças de defesa locais em alerta máximo.
Locais atingidos pelas explosões no Irã
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Região de Chabahar (sul do país)
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Cidade de Ahvaz
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Município de Rask (província de Sistão, próximo ao Baluchistão)
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Águas e arredores de Bandar Abbas
Resposta militar e crise diplomática europeia
O Irã reagiu rápido e realizou um contra-ataque direcionado às instalações das forças armadas americanas. O alvo foi uma base militar dos Estados Unidos instalada em Sheikh Isa, no território do Bahrein.
A crise ultrapassou as fronteiras do campo de batalha e provocou uma série de desgastes no âmbito diplomático. A diplomacia iraniana convocou o embaixador do Reino Unido em Teerã para prestar esclarecimentos formais.
A atitude do governo iraniano ocorreu após Londres enquadrar a Guarda Revolucionária Islâmica em sua lei de combate a ameaças estatais. O cenário internacional segue em constante monitoramento pelas autoridades mundiais.
Resumo dos desdobramentos internacionais
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Retaliação iraniana: ataque contra a base americana em Sheikh Isa, no Bahrein.
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Ação do Reino Unido: convocação do encarregado de negócios do Irã, Ali Nasimfar, em Londres.
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Acusação britânica: coordenação de grupos aliados pelo Irã para ataques no continente europeu.